segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O Natal Está Chegando !

e nós precisamos de fotos , muitas fotos natalinas !
se puderem ajudar seria ótimo !!! para mandar , adicionem este contato do orkut e mandem para a pagina de recados -> http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=11266313547751882458
e só temos a agradecer a esta pessoa , que ajudou muito no blog! obigaada Patricia e Lola , donas da doação !
estão aí alguns exemplos :




quinta-feira, 16 de setembro de 2010

COMBINANDO










essa suuuuuper combinaçaaão do shortes de cós alto e a regata do mickey , deeeepois é sooó colocar uma rasteirinha com um laço ou uma floor . vaai ficaar show de boooooola aamores <3
beeeeeeijos

terça-feira, 31 de agosto de 2010

ursinho gente fina







Segundo o blog da jornalista Patrícia Kogut, de O Globo, o Ursinho Gente Fina, novo quadro do Pânico na TV, pode ter sido inspirado no programa inglês Bo'Selecta, que entre os anos de 2002 e 2004 também tinha um ursinho.

A diferença da versão brasileira é que ao contrário do papel desenvolvido por Eduardo Sterblitch no humorístico, que toca bongô, na Inglaterra o bicho recebia convidados.

O Terra entrou em contato com a assessoria de imprensa da RedeTV!, mas não obteve resposta

a pedido do fernando

COMO O FERNANDO PEEEEEDIU VAMOS POSTAAR COISAS DE GAROTOS TBM , VAAMO LÁ ENTAAO .


Há várias teorias sobre a origem do instrumento, algumas apontando instrumentos similares existentes há milhares de anos antes de Cristo. A teoria mais popular dava o violão como originado do alaúde. As teorias mais reconhecidas atualmente sustentam que o violão e outros instrumentos de fundo plano tiveram origem comum na khitara helênica (que por sua vez teve origem assírio-egípcia), enquanto que o alaúde e outros instrumentos de fundo convexo se originaram da lira antiga. De seus vários estágios evolutivos, basta assinalar aqui que, nos primeiros anos do século XVII o instrumento já possui 5 cordas e é assim cultivado ao lado de sua aristocrática prima, a vihuela, da qual ele muito pouco diferia. E também que, no séc. XVIII, aparece a sexta corda (a mais grave), e começam a ser estabelecidos os primeiros princípios da técnica moderna.

Teve cultores ilustres desde os primórdios de sua existência, com o nome de guitarra espanhola. Citamos Francisco Corbetta, músico de câmara e professor de violão do rei Luís XIV, Robert de Visée, seu melhor aluno e sucessor como guitarrista da corte, Giuliani, Carulli, Aguado, Coste, Carcassi e -- para encerrar esta lista evidentemente incompleta – Fernando Sor, violonista e compositor, a quem devemos algumas das mais belas e bem feitas obras até hoje compostas par o instrumento.

Os autores citados são classificados com concernentes ao período clássico do violão. O período romântico se inaugura na segunda metade do séc. XIX, com Francisco Tárrega, responsável pelo renascimento do violão naquela época, e considerado por muitos o fundador da escola moderna. Entre seus alunos ilustres figuram Miguel de Llobet, concertista de renome, e Emílio Pujol, autor da “Escuela Razonada de la Guitarra”, onde expõe os princípios da escola de Tárrega, obra considerada imprescindível a qualquer estudo técnico histórico do violão.

O conceito do violão como instrumento erudito firmou-se no séc. XX com Andrés Segovia, cuja fama e virtuosidade o colocaram num plano dificilmente atingível, comparável àquele em que se colocou o violoncelista Pablo Casals. Segovia alargou ocnsideravelmente o repertório do violão, não só através de transcrições, mas também por sua influência junto a grandes compositores não-violonistas que escreveram para ele obras de grande valor artístico, inclusive alguns concertos para violão e orquestra.

Dos compositores do século XX – ainda pela brevidade deste resumo – vamos citar apenas nosso Heitor Villa-Lobos, que foi violonista ocasional (o seu “Choro N° 1” foi gravado por ele próprio, ao violão, em disco de 78 rpm). Seus Estudos e Prelúdios tornaram-se obras imprescindíveis ao desenvolvimento artístico e ao repertório de quem quer que se dedica a estudar violão com seriedade, e são mundialmente conhecidos. As peças de Villa-Lobos aproveitam inteligentemente os recursos peculiares do violão e dificilmente soariam bem em outro instrumento.

No Brasil o violão encontrou ambiente propício para seu florescimento. Embora considerado “instrumento de malandro” no início do séc. XX, sua popularidade cresceu de tal maneira que hoje não se fala no violão sem citar violonistas brasileiros, tanto no gênero erudito quanto no gênero popular. Impossível deixar de citar a figura romântica de Américo Jacomino, o Canhoto, que não sabia ler música, foi autodidata e tocava com violão invertido, autor de valsas como “Abismo de Rosas”, que mesmo os mais fanáticos cultores do chamado “violão clássico” não ousam ignorar devido à sua grande popularidade. Entre outros, podem ser citados também Isaías Sávio, Dilermando Reis, João Pernambuco, e entre os mais modernos, Baden Powell, Egberto Gismonti, Paulinho Nogueira, Marco Pereira, Sebastião Tapajós, Raphael Rabello, e o Duo Assad, dos irmãos Sérgio e Odair Assad, considerado por muitos como o mais proeminente duo de violões em atividade no mundo hoje.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

make da semana

1.Conheça as novidades da linha cores SOS balada do o boticário:

Uma linha de produtos que traz tudo o que você precisa para sobreviver na balada do dia , na megabalada da noite, tudo para levar na microbolsa ou até no bolço. Produtos descolados, divertidos, embalagens práticas e pequenas.

Efeitos gelados, textura brilhantes, sensações referescantes, cores mais claras e efeitos naturais. Tudo que não pode faltar para você ficar naturalmene linda.
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Saalto alto


A origem dos sapatos e sandálias de salto alto se perde em séculos de história. Os primeiros modelos de saltos altos foram encontrados em uma tumba do Antigo Egito e datam do ano 1000 aC. Esses saltos, provavelmente, caracterizavam a alta posição social de quem os utilizava.

O gosto por saltos altos predominou também na Grécia Antiga. Ésquilo, o primeiro grande autor trágico da história grega, fazia os atores de suas peças usarem sapatos plataformas de diferentes alturas para, assim, indicar a posição social de cada personagem. A mesma idéia existiu no Oriente. Por exemplo, no Japão o imperador Hirohito foi coroado, em 1926, calçando sapatos com plataforma de 30 cm de altura.

Mas a história também revela que saltos altos estão associados à sexualidade. As cortesãs japonesas usavam tamancos com alturas entre 15 e 30 cm. Já as concubinas chinesas e as odaliscas turcas eram obrigadas a usar sandálias altas provavelmente para impedir que fugissem dos haréns. Na Antiga Roma, as prostitutas eram identificadas pelos saltos que usavam.

Na Época Moderna, a moda européia dos saltos altos teve início com os “chopines” italianos, sandálias com plataformas de altura variando entre 15 e 42 cm. Algumas chegavam a alcançar 75 cm e as mulheres que os calçavam tinham que se apoiar em bengalas ou bastões para conseguir equilíbrio ao andar. Em 1430 os chopines foram proibidos em Veneza, mas como se sabe, nada pode impedir uma tendência da moda.

A história atribui a invenção dos saltos altos a Catarina de Médici, no século XVI. Devido a sua baixa estatura, ela os utilizou quando se casou com Henrique II, da França. Ao chegar a Paris ela trazia em sua bagagem uma série de sapatos com saltos produzidos por um artesão italiano para deixá-la mais alta. E, assim, acabou por introduzir a moda dos saltos altos na história da aristocracia européia.

No século XVII, o parlamento inglês punia como feiticeiras todas as mulheres que usassem sapatos de salto alto para seduzir ou atrair homens ao casamento. E por falar em sedução, Giovanni Casanova, em sua biografia, declarou seu amor pelos saltos altos que, segundo ele, levantavam as armações das saias-balão, usadas à época, desta forma mostrando as pernas femininas.

No século XIX, os saltos altos foram introduzidos nos Estados Unidos importados diretamente dos bordéis de Paris. O sucesso dos saltos altos na capital francesa era enorme, pois a maioria dos clientes preferia contratar os serviços de prostitutas que usavam saltos.

Os designers de sapatos não existiam como tais antes do século XX. A criação de sapatos de salto alto era mais uma atividade, dentre muitas, dos modestos sapateiros. A indústria de produção em massa de calçados teve início nos Estados Unidos, onde começou como uma atividade familiar exclusiva de colonos do leste do país (a Nova Inglaterra) e acabou se tornando as primeiras grandes lojas por volta da metade do século XVIII.

Mas a tradição dos sapatos confeccionados à mão é em grande parte um fenômeno europeu, especialmente em países como a Inglaterra, Itália e França, onde o design de calçados estava intimamente associado ao design de moda. A indústria calçadista parisiense foi fundada pelo inglês Charles Worth, em 1858. Worth foi o mais destacado estilista do mundo da moda na época, a ponto de ter sido ele o responsável por vestir toda a realeza da Europa.

Em torno de Worth outros estilistas surgiram, como por exemplo, Paquin, Chernit e Doucet, o que transformou Paris na capital mundial da moda. Alguns estilistas que trabalhavam para estes mestres, com o tempo foram se tornando independentes. Dentre estes podemos citar Pinet que chegou em Paris em 1855 para trabalhar para Worth e que acabou criando o salto que leva seu nome: o salto Pinet, que é mais fino e mais reto que o popular salto Louis.

Outro importante designer de renome a época foi Pietro Yanturni que se auto-denominava “o mais caro estilista de calçados do mundo”, com uma clientela exclusiva de apenas 20 clientes e cujos sapatos atualmente se encontram expostos no Metropolitan Museum of Art de Nova York. André Perugia seguiu os passos de Yanturni: seus sapatos estão no Musee de La Chaussure, em Romans, França.

Em 1900, ainda havia resquícios de preconceito do século anterior. Muitas pessoas consideravam indecentes mulheres que mostrassem suas extremidades desnudas. Por isso, o conforto prevaleceu em detrimento do estilo, que ficava relegado à privacidade doméstica. Em público, botas e botinas apertadas e abotoadas prevaleciam. A história mudou após a Primeira Guerra Mundial. Com o desenvolvimento da economia, os calçados de tiras entraram em cena: pontudos e com saltos altos modelo Louis. Havia uma verdadeira profusão de cores e os saltos eram até mesmo utilizados para dançar.

Mas os anos 30 trouxeram a Grande Depressão e isto teve repercussões na moda. Os saltos se tornaram mais baixos e mais largos. Nessa época muitas mulheres condenavam os saltos altos, mas foi a partir da Segunda Guerra Mundial que os saltos passaram por uma fase de verdadeiro desprezo devido ao racionamento do couro. Mas o designer italiano Salvatore Ferragamo encontrou a solução ao desenvolver um modelo de calçado com salto anabela em cortiça. Após a guerra esse modelo tornou-se moda, quando muitos estilistas passaram a copiá-lo. Saiba mais sobre a vida e a obra de Salvatore Ferragamo.

Em 1914, Ferragamo já exportava calçados femininos feitos à mão para os Estados Unidos, onde ficou conhecido como o estilista dos calçados das estrelas do cinema. O inglês David Evins, durante os anos 40, continuou o trabalho de Ferragamo criando coleções para os mais famosos designers de Nova York (Bill Blass, Oscar de la Renta).

Ferragamo, André Perugia e Charles Jourdan competiam entre si para desenvolver o mais refinado e elegante salto, mas, no processo de produção não podiam utilizar materiais frágeis como madeira que poderia não suportar o peso de uma mulher. Muitos designers projetaram saltos em forma de pino de aço recobertos com material plástico, buscando solucionar os problemas de resistência dos saltos. Os italianos Del Co e Albanese criaram uma sandália para noite com duas minúsculas tiras e um salto baixo sob o arco do pé. Roger Vivier, que então trabalhava para Christian Dior, em Paris, aperfeiçoou este salto, dando-lhe a forma de uma vírgula e acabou por receber todo crédito pela invenção do salto stiletto, em 1955. Saiba mais sobre o salto stiletto.

Contudo, enquanto os franceses, de fato, não tinham competidores à altura no que diz respeito a moda de vestuário, os italianos, por sua vez, eram os mestres da produção em massa da moda calçadista. Graças aos contatos de Ferragamo em Hollywood, esses calçados italianos se tornaram muito populares entre as estrelas hollywoodianas nos anos 50 (Jane Mansfield tinha mais de 200 pares). O salto stiletto era, então, sinônimo de “sex appeal”. Enquanto isso, os médicos responsabilizavam os sapatos de salto alto por todos os tipos de problemas. E não só quanto à saúde da mulher. Muitos atribuíam o crescimento da delinqüência juvenil aos saltos altos.

Nos anos 60, teve início a transferência da moda de Paris para Londres e a moda das ruas ditava o que era para ser usado. Com o preço do couro em alta, os materiais sintéticos entraram em cena. Vivier, Herbert Levine e Miller foram os pioneiros na história da utilização de material plástico transparente.

No início dos anos 70 as plataformas retornaram por um breve período na história, especialmente aquelas botas extravagantes de cano alto. Muitas destas botas tinham designs psicodélicos. Era o estilo andrógino do “Glam Rock”. Foi o designer Terry de Havilland quem as popularizou e encontrou adeptos não apenas entre as mulheres, mas também entre gays e lésbicas.

Nos anos 80, mulheres executivas passaram a adotar o salto stiletto como um complemento aos seus vestuários para projetarem uma imagem de eficiência e de autoridade. Os saltos altos simbolizavam glamour e extravagância, além de um modo de expressar feminilidade nunca antes vista na história dos saltos altos.

Na última década do século XX, as plataformas reapareceram pelas mãos de Vivienne Westwood e Jean-Paul Gaultier. Nos anos 90, conceitos antigos foram reciclados. Assim como os estilistas de moda, os estilistas de calçados femininos passaram a ser estrelas do mundo fashion, com Manolo Blahnik sendo, então, o seu maior expoente. Como na década anterior, o nome de marca era a coisa mais importante. Ao lado, uma sandália de Blahnik.

Atualmente, existe uma nova geração de designers. Requisitados por clientes e por estilistas de moda, os sapatos de salto alto de designers como Joan Halpern, Maud Frizon, Beth e Herbert Levine, Andrea Pfister, Jan Jansen, Patrick Cox e Christian Louboutin algum dia serão apreciados como autênticas obras de arte. A tecnologia tem acrescentado novas opções de materiais (microfibras, tecidos elásticos etc) o que otimiza o processo de produção, que parece indicar que os sapatos e sandálias de salto alto continuarão a fazer muito sucesso na história da moda.

Ao lado, uma sandália Louboutin com salto alto com solado em vermelho, marca inconfundível das obras de arte deste excepcional designer.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A IMPORTANCIA DA AMIZADE

AMIZADE VERDADEIRA talvez seja alguma coisa especial , seja alguém estar ao seu lado em tds os momentos , segundos , tristezas e alegrias da vida ! se temos amigos verdadeiros não existe solidão , é ter uma compania smp qe precisar e tbm qnd não estiver precisando ! é ter um porto seguro ou um simples OMBRO AMIGO
OBRIGADA A TODOS OS MEUS AMIGOS VERDADEIROS <3

sábado, 3 de julho de 2010

MAKE DA SEMANA


Blush ou Rouge é um produto de maquiagem que tem como função dar cor ou profundidade à parte das maçãs do rosto.

sábado, 24 de abril de 2010

Justiiiiin Drew Bieber


Justin Drew Bieber (Stratford, 1 de março de 1994) é um cantor de pop e R&B Canadense. Suas apresentações foram vistas noYoutube por Scooter Braun, que eventualmente se tornou seu agente. Braun levou Bieber para Atlanta , Geórgia, para conversar com Usher e logo ele assinou um contrato com a Island Records, onde começou sua carreira profissional.


A primeira parte das duas de seu álbum de estréia My World foi lançada em 17 de Novembro de 2009. Quatro singles bem-sucedidos foram lançados antes do álbum: "One Time", "One Less Lonely Girl", "LOve me" e "Favorite Girl", todas top 15 na Canadian Hot 100 e top 40 na Billboard Hot 100. Isso tornou Bieber o único artista da história da Billboard a ter quatro singles de um álbum de estréia posicionando no top 40 da Hot 100 antes do lançamento do álbum. My World recebeu geralmente resenhas positivas dos criticos musicais e debutou na posição #6 da Billboard 200, vendendo 137.000 cópias durante sua primeira semana, o que foi o segundo melhor início de vendas de um novo artista em 2009 O álbum também estreou na primeira posição da Canadian Albums Chart e ganhou o certificado de ouro da CRIA em uma semana. Menos de um mês após o lançamento, seu álbum foi certificado Platina no Canadá, pela venda de mais de 80.000 cópias no país. Em janeiro de 2010, ganhou o mesmo certificado nos Estados Unidos, por vendas acima de um milhão de cópias. Também foi certificado Prata no Reino Unido A segunda metade do álbum, My World 2.0, tem previsão de lançamento para 23 de março de 2010. O primeiro single, "Baby", foi liberado em 18 de janeiro de 2010.
Justin foi nomeado a estrela mais quente pela revista J-14, revelação do ano pela MuchMusic, e listado pela Celebuzz no top 10 artistas revelados pelo Youtube da década.